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quarta-feira, 31 de agosto de 2011
domingo, 24 de julho de 2011
Perdas Necessárias
Esses dias perdi uma pessoa muito importante pra mim e pra toda a minha família. Uma amiga perdeu o noivo, as duas mortes repentinas e abruptas. Outra amiga perdeu a mãe, que estava no hospital a alguns dias.
Me faz retornar, mais uma vez, aos questionamentos sobre a vida.
Ver como cada um reage à morte e como tiramos nossa lição desse doloroso momento em nossas vidas.
Eu pessoalmente reajo bem às perdas.
Claro que eu choro, sinto a dor. Mas sei que esse espírito sempre estará presente e nosso contato não termina por aqui.
Pra minha família, para Ettiene, para Heloisa, para Márcia Santarossa eu deixo aqui minha energia e o meu amor.
Que nesse momento doloroso vocês se lembrem que a Terra é apenas uma das moradas. As almas não se deixam. Sempre haverá um reencontro.
Feliz Encontro, Feliz Partida e Feliz Reencontro!
Me faz retornar, mais uma vez, aos questionamentos sobre a vida.
Ver como cada um reage à morte e como tiramos nossa lição desse doloroso momento em nossas vidas.
Eu pessoalmente reajo bem às perdas.
Claro que eu choro, sinto a dor. Mas sei que esse espírito sempre estará presente e nosso contato não termina por aqui.
Pra minha família, para Ettiene, para Heloisa, para Márcia Santarossa eu deixo aqui minha energia e o meu amor.
Que nesse momento doloroso vocês se lembrem que a Terra é apenas uma das moradas. As almas não se deixam. Sempre haverá um reencontro.
Feliz Encontro, Feliz Partida e Feliz Reencontro!
domingo, 22 de maio de 2011
sexta-feira, 13 de maio de 2011
terça-feira, 10 de maio de 2011
Conto de fadas para mulheres do séc. 21
Era uma vez, numa terra muito distante, uma linda princesa independente e cheia de auto-estima que, enquanto contemplava a natureza e pensava em como o maravilhoso lago do seu castelo estava de acordo com as conformidades ecológicas, se deparou com uma rã. Então, a rã pulou para o seu colo e disse: - Linda princesa, eu já fui um príncipe muito bonito. Mas uma bruxa má lançou-me um encanto e eu transformei-me nesta rã asquerosa. Um beijo teu, no entanto, há de me transformar de novo num belo príncipe e poderemos casar e constituir um lar feliz no teu lindo castelo. A minha mãe poderia vir morar conosco e tu poderias preparar o meu jantar, lavarias as minhas roupas, criarias os nossos filhos e viveríamos felizes para sempre...
E então, naquela noite, enquanto saboreava pernas de rã à sautée, acompanhadas de um cremoso molho acebolado e de um finíssimo vinho branco, a princesa sorria e pensava:
- Nem fo....den...do!
(Luís Fernando Veríssimo)
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